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US Open: Now Playing

In tennis on 28/08/2011 at 22:25

There’s nothing like music.
Ou na tradução muito pessoal (e nada literal) de Luciano Huck: “SOLTA O SOM!”.
E é isso que vamos fazer hoje. Assumiremos o papel de DJ’s do US Open (o quarto e último Grand Slam da temporada) para mudar um pouco o panorama musical do evento. Cada tenista com a sua música, até mesmo porque aquele ‘I Gotta Feeling’ que toca em todos os intervalos já deu, né? E como deu.


Rafael Nadal

Tá com saudades do número 1, Rafinha? Essa é a nossa homenagem pra você…

You’re My Number 1 (Enrique Iglesias)


Novak Djokovic

Glutinho tá todo saltitante… se sentindo o último pacote de Oreo no meio do furacão Irene.

I Feel Pretty (West Side Story)


Andy Murray

Quando você acha que agora vai, ele resolve ficar. Quando você desiste, ele vai lá e ganha um Masters. Assim não dá.

You Drive me Crazy (Britney Spears)


Roger Federer

Também conhecido como ‘chocolate engomadinho’ ou destruidor de sonhos por essas terras. Depois de anos ouvindo o tema de Darth Vader cada vez que o suíço pisava em quadra, resolvi que ele precisava de músicas novas. Músicas?

É isso mesmo. Eu gosto TANTO do suíço, que ele merece uma playlist só pra ele. É tudo questão de ponto de vista…


Federer by @cacwhere

Simpathy for the Devil (Rolling Stones)


Federer by Dacio Campos

The Lion Sleeps Tonight ( O Rei Leão da Montanha)


Federer by Tsonga, Berdych…

Grandpa, Tell Me Bout the Good Old Days (The Judds)


Andy Roddick

TNT! I’m Dynamite… TNT… Oops, estraguei a surpresa. Vê se não explode com o árbitro esse ano, A-Rod!

T.N.T (AC/DC)


Robin Soderling

Pode odiar que ele agüenta.

Hate on Me (Jill Scott)


Mardy Fish

O seed 8 tem um exército de 7 grandes jogadores pelas frentes… ok, é só porque eu gosto MUITO dessa música mesmo. Vai Fish!

Seven Nation Army (The White Stripes)


Gael Monfils

(…)

Circus Theme Song


Mikhail Youzhny

Queremos o nosso Major badass de volta… RIGHT NOW!

Soldier (Destiny’s Child)


Fernando Verdasco

Ele bem que tá precisando de uma ajudinha…

Help (The Beatles)


Victor Hanescu

Porque ele precisa sorrir uma vez na vida, né?

Smile (Charlie Chaplin)


Radek Stepanek

Existe uma música melhor pra anunciar a chegada do Galã de Praga do que essa?

Sensual Seduction (Snoop Dogg)


Serena Williams

A favorita ao título tem tudo pra fazer o torneio parecer…

Easy (Faith No More)


Mas a música escolhida para Serena no torneio é essa…

Baby Got Back (Sir Mix a Lot)


Caroline Wozniacki

Mostra pra eles que você não se importa, Carol…

Best Thing I Never Had (Beyonce)


… que eu mostro o que eu acho do seu casinho com o Rory…

Bad Romance (Lady Gaga)


Maria Sharapova

Oh Maria, Maria… com direito a um gemidinho, pra ficar mais real.

Maria, Maria (Santana)


Ana Ivanovic

Todo mundo sonhando beeeeeeeeeeem alto.

Dream On (Aerosmith)


Vera Zvonareva

Até hoje me pergunto se existe alguém mais bonita chorando. Ou sem chorar mesmo.

Cry me a River (Justin Timberlake)


Marion Bartoli

Gostosura pura.

Fergalicious (Fergie)


Francesca Schiavone

Porque essa é única música italiana que eu conheço…

Volare (Gipsy Kings)


Li Na

Porque essa é a única música chinesa que eu conheço… Ok, mentira. Eu ‘googlei’ e caiu nisso.

Chinese Song


Samantha Stosur

Só porque essa música é boa demais. E ela merece.

Sam’s Town (The Killers)


Victoria Azarenka

Os dias em que Azarenka deixará de ser aquela garotinha que vive desmaiando em quadra estão pra acabar? Acho que não…

Free Fallin’ (Tom Petty)


Lucie Safarova

Dizem algumas línguas que Safarova deu um pé na bunda do Berdych. Se dizem…

I Want to Break Free (Queen)


Kim Clijsters

Poxa.

When You’re Gone (Avril Lavigne)

 

E para acabar, o maior clichê de todos. Porque não dava pra falar de música e New York sem citar o grande mestre Frank Sinatra. E o melhor: no estilo karaokê!

Todo mundo canta junto!

 

“Start spreading the news… I’m leaving today; I want to be a part of it… New York, New Yooooooooork!


ST Team! 😉

E ponto final.

In tennis on 14/09/2010 at 22:46

Nadal celebrates... again.

O céu é azul. É azul e ponto final. Em um dos meus livros de lingüística, estudei essa frase, e como ela é pragmaticamente perfeita. Ou algo do gênero. O céu é azul, e é mesmo. Ponto, ninguém contesta.

Após 551 partidas em nível ATP, sendo que dessas em 453 saiu vitorioso, 41 títulos, sendo 18 Masters e 8 Grand Slams, Rafael Nadal já era apontado como um dos grandes da história, pentacampeão em Roland Garros, bicampeão em Wimbledon, campeão na Austrália, dominador absoluto das quadras de saibro.

Mas faltava alguma coisa.

7 partidas, exatamente 14 dias depois, essa coisa veio.

Não, não são as 460 vitórias. Não é o fato de Nadal ter perdido menos de 100 vezes, mesmo estando no circuito desde 2001 – quando era um mero adolescente, 15 anos, idade em que a maioria dos mortais só pensa em uma coisa. Não é o jogo consistente, a vontade, a habilidade, a falta de derrotas estúpidas.

O que faltava ao cartel de Rafael Nadal, nascido em Manacor, região litorânea da Espanha, sobrinho de um ex-futebolista do Barcelona e da Fúria, era exatamente o novo Major, que calhou de ser o quadragésimo segundo título.

Ontem, segunda-feira, 13 de setembro de 2010, Rafael Nadal entrou em quadra e mais uma vez saiu vitorioso, onde nunca tinha saído em toda sua carreira: na quadra Arthur Ashe, em uma segunda-feira. Nadal bateu Djokovic. No percurso, deixou pelo caminho Gabshvilli, Istomin, Simon, os compatriotas Feliciano Lopez e Fernando Verdasco, o russo Mikhail Youzhny.

No complexo Billie Jean King, em Flushing Meadows, borough de Queens, Nova York, Estados Unidos, está lá gravado, na lista de campeões cujo inicio data do já longínquo ano de 1881, no espaço referente ao ano de 2010, o nome de Rafael Nadal. Mais do que isso, os livros de história… melhor, nem eles. A internet, que leva em tempo real as informações para os quatro cantos do mundo, informou ao planeta que um novo capítulo na história do tênis havia sido escrita: aos 24 anos, 3 meses e alguns dias, Nadal completou seu Career Slam. Mais do que isso, esse titulo no cimento americano, somado ao ouro olímpico de Pequim 2008 e as três conquistas da Copa Davis, em 2004, 2008 e 2009, elevam Rafael Nadal a um novo patamar.

Quis o destino que a História fosse irônica. Em 2009, Roger Federer completou seu Career Grand Slam justamente em Roland Garros, Major do saibro, amplamente dominado do Nadal. Federer se aproveitou da saída precoce do espanhol para faturar o único Slam que ele não tinha vencido. Um ano e três meses depois – ou 5 Slams, como preferir – Rafael Nadal é coroado rei na terra de Federer. Nova York, onde os sonhos são feitos, diz a música de Jay-Z, fez mais um ontem. E um pesadelo para os fãs do suíço.

São 21 confrontos entre os dois. Nadal prevaleceu em 14. Mas tinha a desculpa de que a maioria deles foi no saibro… Em Grand Slams, foram oito confrontos, apenas um antes da final, em 2005, quando Nadal derrotou o número 1 do mundo, o penúltimo passo antes de seu primeiro título, contra o argentino Mariano Puerta. Os próximos sete em Majors foram em finais. E mais uma vez Rafa, como é chamado por seus fãs, leva vantagem. Em Roland Garros, foram três finais, entre 2006 e 2008, e Nadal nunca perdeu – inclusive impôs a Federer o último pneu até então, no terceiro set da decisão de 2008. Na Grama Sagrada do All England Club, mais três finais, e aí as únicas vitórias de Federer. Em 2006 e 2007, deu Federer. Em 2008, não. Dizem que foi o melhor jogo da história do tênis. Eu não sei… Por fim, o Australian Open de 2009 viu a última final dos dois até o presente momento. Foram cinco sets, uma maratona. Mas Nadal venceu. Venceu, e chegou a títulos de Slam nos três pisos primeiro do que Federer.

Nadal tem a única coisa que falta a Federer: uma medalha de ouro de simples (Federer foi campeão nas duplas ao lado de Stanislas Wawrinka, em 2008). E tem a vantagem de ser quase cinco anos mais novo do que o suíço de Basel. Federer completou seu Slam aos vinte e sete. Nadal, aos vinte e quatro.

“Como?”, talvez seja uma pergunta adequada. Força mental, certamente. O físico não pode ser esquecido. A evolução, peça-chave. Porque Nadal não sabia jogar na grama, não sabia jogar nas quadras rápidas americanas. Não sabia, agora sabe. E mete medo. E quem pode ganhar dele?

Não sei. Mas sei de uma coisa. Já considero o espanhol o melhor de todos os tempos, e é apenas uma questão de tempo até que ele supere Federer, tanto em títulos (está 20 troféus atrás) quanto em Slams (16 a 9). E do mesmo jeito que digo que ele é o melhor de todos os tempos, afirmo que o tênis só tem a perder com mais um monopólio. É quase como a dominância de Schumacher na Formula 1, e a própria de Federer de 2004 para cá. Agradará aos fãs mais aficionados, e aos que adoram o espanhol, ou o alemão, ou o suíço. Mas para aquele que ocasionalmente acompanha o esporte, a chatisse de resultados previsíveis resultara no tênis preterido para outras atividades.

Além do mais, há mais uma tendência de surgirem quase campeões. Como Roddick em Wimbledon. Como Andy Murray, como Michael Chang na época de Sampras, como Ivanisevic em Wimbledon. De 2005 para cá, ou seja, nos últimos 20 Grand Slams, apenas 3 não foram vencidos pela dupla Federer-Nadal: os Abertos da Austrália de 2005 e 2008 (vencidos por Safin e Djokovic, respectivamente) e o US Open do ano passado, no qual Del Potro triunfou.

Nadal não liga para isso, e nem deveria mesmo. Seu caminho natural é ir atrás dos 4 títulos que lhe faltam: os Masters de Miami, Cincinnati e Paris, além da ATP Finals, a antiga Masters Cup. Vencidos esses 4, ele terá escrito seu nome na lista de campeões de todos os principais torneios do circuito. Quase como zerar um jogo 100%.

Mas aos 24 anos, imagino quais sejam as novas metas desse enviado de seres extraterrestres baseados na Península Ibérica. Igualar Fred Perry, em 1934, que conquistou o Grand Slam em seu sentido mais romântico, digamos, vencendo os quatro torneios no mesmo ano. Depois, se equiparar a Rod Laver, que o fez em dois anos, 1962 e 1969. Por fim, quando não sobrarem mais feitos entre os homens, Rafael passará a olhar com cobiça para um feito até então inimaginável, o de Steffi Agassi, née Graf*, em 1988, quando venceu os abertos da Austrália, França, Inglaterra e Estados Unidos, também triunfando nos jogos olímpicos de Seul. Idade ele tem. Capacidade também. Adversários? O próximo ciclo olímpico será daqui a 2 anos, no mitológico ano de 2012. Talvez essa seja a grande profecia Maia.

Mas o fato é que, ganhando ou não os quatro principais torneios no mesmo ano, Rafael Nadal já é o melhor tenista de todos os tempos.

E ponto final.

Pedro Liguori, colaborador do SportsTour desde que Nadal tinha só 7 Slams, não gosta do espanhol (por mais incrível que pareça) e prevê um futuro negro para o esporte mais nobre de todos.

*- ‘Née’: termo de origem francesa adotado também no inglês para designar o sobrenome de solteira de uma mulher.

U.S Open 2010 – Round 1 Picks

In tennis on 29/08/2010 at 23:31

US Open 2010

Mais um Grand Slam tem início nessa segunda-feira, 30 de agosto, aniversário do grande Andy Roddick. (Congratulations, Andy! You’re the best, bro!) O americano, junto de Federer, Soderling, Davydenko e Hewitt são as principais estrelas do primeiro dia de competição.

Roddick que ainda se recupera de uma mononucleose não chega a este torneio entre os principais favoritos, que são, por consenso, Federer, Murray e Nadal, exatamente nesta ordem.

Djokovic, Berdych, Soderling, Roddick e Fish correm por fora. O atual campeão, Juan Martin Del Potro, ainda se recupera de uma cirurgia e está fora da disputa este ano.

Com a ajuda do grande Pedro Liguori, analisamos todos os jogos da primeira rodada e demos nossos certeiros palpites para o último Slam da temporada.

First Round Picks

Nadal x Gabashvili

P.L: Coitado do Gabashvilli. Sua experiência na paradisíaca Flushing, casa dos Mets, durará apenas 3 sets.

EU: Gabashvili fez ótima campanha em Roland Garros chegando nas oitavas, mas não deve ter tanta sorte em NY. Nadal em 3 sets.

Istomin x M.Gonzalez

P.L: Do Usbequistão para o mundo, Istomin, um futuro Davydenko segundo fontes fidedignas eliminará seu semi-desconhecido adversário.

EU: Istomin, vice em New Haven, deve vencer com certa facilidade. O uzbeque em 3 sets.

Simon x Young

P.L: ‘Jogo duríssimo. Mas o jovem americano (ahn, ahn? trocadilho) terá muitos outros US Opens por aí. Simon em 4.’

EU: Gilles ‘devolvedor de bolas’ Simon, é um dos jogadores que melhor defende no circuito. E em 4 sets defenderá sua vaga na segunda rodada em Flushing Meadows.

Kohlschreiber x Kamke

P.L: Duelo alemão. Mas Kohli e eu somos manos, então aposto nele.

EU: Kolschreiber chegou na terceira rodada nos últimos 4 slams que disputou. Minha aposta é que pela quinta vez consecutiva ele avance até lá e se despeça com dignidade.

Lopez x Giraldo

P.L: Feliciano Lopez não é um tenista em quem se pode confiar. Mas Giraldo também não. Dá Lopez, em 5 e um jogo sofrível.

EU: Lopez não anda jogando nada. Mas Giraldo ainda é uma incógnita no circuito. Uma vitória do colombiano não seria uma zebra, mas aposto no espanhol em 5 sets.

Schuettler x Paire

P.L: Schuettler vai chegar em quadra e soltar um “Paire de me encher o saco e volte para casa”. Depois dessa piada infame, ele vai ganhar.

EU: Schuettler em 3 dignos sets.

Stakhovsky x Luczak

P.L: Em boa fase, o bom ucraniano ganha do australiano naturalizado, já experiente e que nunca fez nada no circuito.

EU: O ucraniano venceu New haven e está mais em forma do que nunca. Deve avançar em disputados 4 sets.

Ljubicic x Harrison

P.L: Quando Ryan Harrison nasceu, Ljubicic já jogava tênis. O simpático carequinha entra em declínio, mas ganha essa, em 4.

EU: Pinta de jogo interessante e jeito de que o croata vai ralar pra vencer. Ljubicic em 5 sets.

Dolgopolov x Ferrer

P.L: Rematch da primeira rodada de Cincinnati. Ferrer ganhou lá e ganha aqui. O bom Dolgopolov ainda não aguenta um Slam. A propósito, vocês sabem o que o Alexander disse pra namorada?

EU: Provavelmente um dos melhores jogos da primeira rodada. Dolgopolov é um dos melhores tenistas da nova geração e vai fazer o espanhol sofrer pra vencer. Mas vence. Ferrer em 5.

Brands x Becker

P.L: Outro clássico alemão. Dificil palpitar, mas acho que dá Brands.

EU: Não é dos jogos mais interessantes. Vou de Becker em 4 sets.

Nieminen x Gimeno-Traver

P.L: Nossa. Estou abismado com o sadismo de quem me manda palpitar nisso aqui. Dá Nieminem, porque eu tenho medo desses espanhóis meia-boca na Hard court.

EU: Difícil. Mas vou com Nieminem em 3 disputados sets.

Gulbis x Chardy

P.L: Gulbis é melhor do que Chardy, que gastou toda sua cota de bons resultados do ano em Toronto. A Letônia vai à segunda rodada.

EU: Outro bom jogo do Round 1. Chardy fez ótimas campanhas em Toronto e Cincy, mas acho que o talentoso letão passa em 4 difíceis sets.

Nalbandian x De Voest

P.L: Em sua volta aos torneios de Slam pela primeira vez desde o Australian Open-09, Nalbandian vence e abre uma boa campanha.

EU: Para felicidade dos cabeças de chave, Del Potro e Tsonga estão fora do US Open e com isso o argentino acabou também como cabeça-chave. Ele passa o primeiro round em 3 sets.

F.Mayer x Serra

P.L: Oh god. Florian Mayer bate de um jeito esquisito na bola. E o Serra sei lá. ahhh… Florian Mayer salva a honra dos germânicos, justamente porque eu não acredito em franceses.

EU: O alemão em 4 imprevisíveis sets.

Mannarino x Riba

P.L: Pere Riba perdeu em meia-hora pra um decadente Blake. Adrian Mannarino foi 80 do mundo, tem PR e faz boas campanhas em Challengers. Aposto no francês.

EU: “Definitivamente” vale o ingresso. Mannarino em 4.

Verdasco x Fognini

P.L: Cheio de caras e bocas pra sair bem nas fotos, o brother do dono do blog ganha, em um jogo nem tão legal e nem tão zebrático assim.

EU: Verdasco vinga-se de Fognini em 4 sets.

Murray x Lacko

P.L: A Eslováquia é uma fábrica de tenistas, mas nenhum deles ainda mostrou seu valor (A simpaticíssima Dani Hantuchova é um caso à parte). Murray vence e segue firme atrás de seu primeiro Major.

EU: Palpite para jogo com menos games da rodada. Murray em 6-1, 6-4, 6-1.

Brown x Ramirez-Hidalgo

P.L: É. Só os organizadores do torneio e tennis-freaks tipo nós sabemos da existência desses dois tenistas. Dustin Brown deve ganhar, mas não aposto uma pataca furada em nenhum dos odis.

EU: Jamaica em festa! Brown passa em 5 sets.

Lu x Chela

P.L: Tenho a impressão que em algum ponto no passado o Chela já foi um bom tenista. Mas hoje ele só consegue ganhar do Lu. E olhe lá.

EU: Depois de Wimbledon, vou torcer pro Chela. Go Chela!

Wawrinka x Kukushkin

P.L: A turma de Istomin, Golubev, Stakhovski e Dolgopolov logo logo terá mais um integrante: Mikhail Kukushkin. Mas ele ainda não vai fazer o nome dele nesse US Open. Dá Wawrinka, na experiência.

EU: Outro jogo interessante que vale a pena dar uma zapeada. O suíço passa, mas em 4 apertados sets.

Querrey x Klahn

P.L: Nunca ouvi falar desse Klahn. E, modéstia a parte, conheço a maioria dos principais tenistas do circuito. Querrey não vai dar chance ao azar: /2, /3, /3.

EU: Querrey, que ainda deve a todos uma grande campanha em Grand Slams, passa em 4 sets.

Seppi x Granollers

P.L: (Se vocês ao menos soubessem o tipo de piada infame as quais eu sou submetido pelo redator-chefe…) Granollers um dia vai ganhar um daqueles torneios sul-americanos no saibro, em fevereiro. No cimento, ele vai é se despedir na primeira rodada.

EU: O clássico Sépia x Granola (apenas para íntimos) deve terminar com a vitória do italiano em 4 apertados sets.

Garcia-Lopez x Kubot

P.L: Poxa, é um clássico! Plausível que fosse a final de Buenos Aires ou Nice. Mas no US Open, não dá. Willy García retorna às quadras em grande estilo, e leva essa.

EU: Kubot em 3 sets. E basta!

Almagro x Starace

P.L: Sei lá. Acho que o Almagro ganha. Mas pouco me importa também.

EU: Belo jogo. Para se acompanhar pelo Live Scores. O espanhol leva em 4.

Youzhny x Golubev

P.L: Um belo de um jogo. E como esses Draws são injustos… eu hein. Golubev ainda não está preparado pra ganhar do Youzhny em um slam.

EU: Grande jogo para a primeira rodada. Golubev pode muito bem derrotar o russo número 2, mas vai ficar no quase. Youzhny no tie-break do quinto set.

Malisse x Sela

P.L: Malisse, justamente porque só o dono do blog gosta do Sela.

EU: Outro bom jogo do Round 1. Malisse é um bom jogador e vai levar em 5 sets.

Chiudinelli x Sock

P.L: Tenho pena de quem vai assistir a esse jogo. Não conheço esse Sock. Chiudinelli deve ganhar…

EU: Vou com o americano de Nebraska, conterrâneo do A-Rod, em 4 sets.

Gil x Isner

P.L: Isner em 3, com dois tie-breaks, e não se fala mais disso.

EU: Em condições normais eu iria de Isner, mas como o americano é uma incógnita, vou com o português em 3 sets.

Benneteau x Stepanek

P.L: O Fantasma ganha do homem casado semi-aposentado. Jules, em 3.

EU: Benneteau em 3 sets. Bem fáceis, aliás.

Robredo x Rosol

P.L: Lukas Rosol tcheco? Vai complicar, mas vai ceder. Robredo, filho de fãs do Who, ganha e sai mandando hang-loose pras mocinhas das arquibancadas.

EU: Rosol, Rosol. Gostei desse nome: Rosol. Mas vai dar Robredo em 4 sets chatíssimos de se acompanhar.

Hanescu x Berlocq

P.L: Carlos Berlocq saiu do top-100 nessa semana. Hanescu não tem nada a ver com isso. Deve ganhar, em 4 ou 5.

EU: Hanescu honra a escola romena e vence em 3 disputados sets.

Berdych x Llodra

P.L: Muito bom jogo. Tomas Berdych foi semi em Roland Garros e finalista em Wimbledon. O próximo passo lógico é… Não sei vai fazer, mas passa dessa fase.

EU: Provavelmente o melhor jogo do Round 1. Uma pena. Llodra é um belo jogador, e embora não esteja em seu piso preferido – a grama – leva o jogo a 4 sets. Mas Berdych triunfa.

Davydenko x Russell

P.L: Russell é um sujeito perigoso. Perigosíssimo. Davydenko sabe disso, e, mesmo temendo muito o americano, ganha esse jogo.

EU: Davydenko vence, mas não convence. 3 sets pra ele ainda assim.

Gasquet x Greul

P.L: Nunca vi nada demais nesse Greul. Gaskay é um bom jogador, e passa sem maiores sustos.

EU: Gasquet, que já foi número 7 do mundo, vence essa em 4 sets.

Anderson x Devvarman

P.L: Devvarman finalmente conseguiu se manter entre os 100 do mundo. Mas ainda é pouco. Do Anderson ele não ganha, não.

EU: RT @P.L Devvarman finalmente conseguiu se manter entre os 100 do mundo. Mas ainda é pouco. Do Anderson ele não ganha, não.

Bellucci x Smyczek

P.L: Mesmo sendo muito instável, o Bellucci ganha do Smyczek. Ah, espero. Mas outro jogo nada recomendado para apostadores.

EU: Bellucci não achou seu melhor jogo na temporada Hard Court americana, ainda assim, vence esse jogo em 5 difíceis sets.

Monfils x Kendrick

P.L: Não dá pra esperar muita coisa do Monfils. Mas acho que pelo menos uma vitória em cima do Kendrick seria razoável, não? Em 3 sets. É, acho que vai acontecer.

EU: Vou com a zebra. Kendrick em 5 sets.

Andreev x Zeballos

P.L: A melhor coisa que o Andreev faz da vida é a Kirilenko (e isso faria mais sentido em inglês). Aposto no Zeballos, que pelo menos tem futuro.

EU: Andreev em 4 sets. Sem mais.

Tipsarevic x Rochus

P.L: Tipsy vem de uma contusão no tornozelo. Ele é mais um dos gente boas da ATP, e acho que ganha do Rochus.

EU: Tipsarevic em 4 ou 5 sets. Não tenho certeza. Mas honestamente, quem tem?

Roddick x Robert

P.L: Roddick começa a busca pelo seu segudo Slam cotnra Stephane Robert, um francês que pouco aparece por aí. O americano não deve encarar problemas.

EU: Ah, Andrew Stephen Roddick. O favorito do blog (como se vocês já não soubessem) vem se recuperando de uma mononucleose e não está em sua melhor forma. Ainda assim, chegou às semis em Cincy e esteve a 1 game de chegar na final. Não sabemos o quanto as partidas de um Grand Slam podem afetá-lo, mas ele não deve (e espero, acima de tudo) ter trabalho na primeira rodada. Roddick for the win! In 3 sets.

Baghdatis x Clement

P.L: Sério que o Clement ainda joga? Putz, eu gosto dele.Mas o Baghdatis vem em boa fase, e ganha.

EU: Baghdatis, outro semifinalista em Cincy, deve vencer em 4 sets.

Ginepri x Schwank

P.L: Não sei como o Schwank consegue os pontos dele, porque nunca vi ele fazendo alguma coisa que prestasse. Ginepri tem uns flashes nos Estados Unidos. O americano ganha em 3.

EU: O americano passa, mas não sem antes sofrer. Ginepri em 5 sets.

Silva x Cuevas

P.L: Julio Silva tem 31 anos, e talvez seu maior feito tenha sido vencer Nicolas Mahut no Qualy do US Open. Cuevas é mais duplista, mas ganha essa.

EU: O brasileiro passa em 5 sets.

Fish x Hajek

P.L: Que fase do Fish, hein? Não vai ser o Jan Hajek que vai parar o tenista mais camarada do Romário. Fish em 3.

EU: Fish vem voando em quadra (quem disse que peixe não voa, hã?) e deve vencer esse jogo em 1 hora e meia. 3 fáceis sets pro americano.

Polansky x Monaco

P.L: Monaco volta de lesão, perdeu no qualy de New Haven e na primeira rodada de Cincinnati. Mas Peter Polansky não é nenhum bicho papão. Putz, acho que o canadense acaba ganhando na maior zebra da primeira rodada.

EU: Difícil. Muito difícil. Polanksy em 5 sets.

Blake x Vliegen

P.L: Duro. Em outros verões, Blake seria incontestavelmente o favorito. Mas agora o americano é uma sombra do jogador que ele já foi. Mas nesse teste ele passa.

EU: A fase do americano não é boa, mas ele já deu uma volta por cima na carreira. Quem sabe não dá a segunda? Blake em 5 sets.

Petzchner x Lojda

P.L: Petzchener ganha.

EU: Petzchner ganha.

Djokovic x Troicki

P.L: Djokovic, porque o Troicki é freguês, amigo, compatriota e parceiro de clipe imitando a Shakira. Nem vai fazer Djokinho suar – e olha que isso é dificil.

EU: O maior adversário de Djokovic neste jogo pode ser o calor, caso ele jogue de dia, ou o vento, caso ele jogue de noite. Djokinho em 3.

Soderling x Haider-Maurer

P.L: Haider-Maurer nem é mau jogador, mas o Soderling ganha. E olho no 5 do mundo, porque aprontar ele pode.

EU: Todos esperam um confronto entre Federer x Soderling nas quartas de final. E eu aposto que ele acontece. Soderling em 3.

Dent x Falla

P.L: Dificil. O Dent joga contra o Nadal na segunda rodada? Ah… acho que ele ganha. Ano passado ele fez um jogo épico contra o Feliciano Lopez no US Open.

EU: Dent vence em 4 ou 5 sets. Não vai dar pra você, Falla.

De Bakker x Gicquel

P.L: Gicquel é um aposentado. E o De Bakker uma estrela em ascensão. Vai ganhar, para tristeza do nosso querido Marcos que odeia o garoto.

EU: De Bakker vence 3 tie-breaks e avança para a próxima rodada.

Dodig x Gonzalez

P.L: Fernando, que não é Alejandro tampouco estrela de música da Lady Gaga (mas foi do Abba, a Lady Gaga dos anos 70) voltou de lesão semana passada e perdeu. Mas do Ivan Dodig, a nova esperança croata, deve ganhar.

EU: Gonzalez, o mais famoso chileno de todos os tempos, ganha em 4 sets. Mas fiquem de olho em Dodig. Bom jogador.

Montanes x Przysiezny

P.L: Acho que o Montañes ganha pura e simplesmente para evitar a propagação do nome do polonês conhecido como “Prezê” entre os íntimos.

EU: Przysiezny ganha, para minha infelicidade, já que terei escrever esse nome durante mais uns 2 dias.

Ball x Raonic

P.L: Temos aí um jogador que Marcos gosta (Ball) e um que eu acho que pode vir a ser alguém (Raonic). Mas dessa vez dá Bolinha, e que o Raonic se contente com Challengers.

EU: Estou me segurando pra não ter que fazer piadas com o nome do australiano. Mas ele ganha, em 5 sets, no jogo mais surpreendente da primeira rodada.

Nishikori x Korolev

P.L: Em Nishikori we believe. Bom, pelo menos I believe. Saindo do qualy, Nishikori ganha do Korolev em 4.

EU: Outro bom jogo que vai acabar em 4 disputadíssimos sets. Joguei a moedinha e deu Korolev.

Cilic x Marchenko

P.L: Boas chances de zebra. Cilic começou esse ano como sensação ao chegar nas semis do AO, mas desde então não fez nada além de uma final em Munique. O jovem croata não é nenhum Ancic (alguém vai ao delírio ao ler isso), e pode muito bem perder do Marchenko. Jogo muito parelho, mas aposto no Cilic.

EU: Zebra? Possível. Mas não muito provável. Cilic em 5 sets.

Melzer x Tursunov

P.L: Tursunov um dia foi alguém, mas agora não faz mais nada. Melzer, o eterno 27 do mundo, está meio deslocado lá na 14ª posição. Mas ele ganha essa.

EU: Melzer, Melzer. Depois de 11 slams seguidos sem passar da terceira rodada, o austríaco conseguiu o feito de passar em 2 seguidos. Destaque para as semis de Roland Garros. Ele vence em 4 sets.

Sweeting x Berankis

P.L: Duelo de dois talentos em potencial. Sweeting é mais bem rankeado e tem mais experiência, e o Berankis foi 1 do mundo juvenil. O garoto das Bahamas naturalizado americano avança pra segunda fase.

EU: Bom jogo. Aposto em Sweeting. 5 sets.

Phau x Mello

P.L: Cláááááássico. Ricardo Mello disse que estava confiante pra esse US Open, então vamos ver o que ele faz. Pelo menos do Phau ele ganha, em 4.

EU: Mello em 5 sets. Sem certeza nenhuma.

Ferrero x Klizan

P.L: Mais um tenista desconhecido (Klizan). Ferrero, vice-campeão do torneio em 2003, não vai chegar tão longe esse ano. Mas pelo menos ao R64 ele chega.

EU: O espanhol, um dos grandes tenistas do começo da década, prefere o saibro, mas vence em 4 sets.

Hewitt x Mathieu

P.L: Hewitt, no auge, chegou duas vezes à final. Não tem mais toda essa moral, mas ganha do decadente Mathieu, outrora 12 do mundo.

EU: Hewitt está destinado a enfrentar Federer (mais uma vez!) na terceira rodada de um Slam. Por isso mesmo ele vence Mathieu em 3 sets.

L.Mayer x Rufin

P.L: Rufin é um daqueles jogadores jovens que dizem ter muito futuro. Por ser francês, eu particularmente fico com um pé atrás. Mas Leo Mayer não encanta, então nosso queridíssimo Guillaume deve prevalecer.

EU: Mayer em 4 sets. Mais um joguinho dispensável.

Berrer x Beck

P.L: Mais um jogo entre alemães? Nossa. Michael Berrer e parem de me encher o saco com o campeonato alemão de tênis.

EU: Faço de Pedrinho, as minhas palavras. Berrer.

Federer x Dabul

P.L: Federer não vem tendo primeiras rodadas muito boas, mas contra o Dabul, ele só se complica se quiser. Não acho que ele queira.

EU: O suíço que eu adoraria odiar, mas não consigo (Hi-5, A-Rod!) vence facilmente em 3 sets.